sábado, 22 de janeiro de 2011
Um belo exemplo!!! Bispo de Limoeiro do Norte (CE), dom Manuel Edmilson da Cruz recusa comenda no Senado
terça-feira, 28 de dezembro de 2010
J'ACUSE!!! ( EU ACUSO) - Tributo ao professor Kássio Vinícius Castro Gomes
Autor: Igor Pantuzza Wildmann (*)
(*) Advogado – Doutor em Direito. Professor universitário; ex-professor do Instituto Metodista Izabela Hendrix
domingo, 28 de fevereiro de 2010
Doe sangue, doe vida!
sexta-feira, 4 de dezembro de 2009
Como Vencer a Pobreza e a desigualdade.
quarta-feira, 21 de outubro de 2009
Cidadania e civilidade...

O ser humano, tem-se degenerado nos últimos anos, as leis, os princípios, a moral, os bons costumes, o respeito pelo outro ser humano, o amor ao próximo, a solidariedade, a caridade e muitas outras coisas básicas, têm sido deixados de lado, o ser humano rouba, engana, mata, corrompe, é corrompido, mente, é a lei do quem pode mais chora menos, como nunca na história.
domingo, 18 de outubro de 2009
Seja educado com a sua cidade.

Boa educação não se aplica apenas às pessoas, mas também ao seu país, estado e até mesmo sua cidade.
Muita gente acha a cidade em que mora feia, suja, perigosa.
A questão é: será que elas não podem fazer nada para melhorar?
É possível ajudar a nossa cidade, seja ela grande ou pequena.
É lógico que também podemos cobrar mais atenção das autoridades. Mas, há a nossa parte no trabalho.
Boa educação, cortesia e outros fatores que fazem de nós seres racionais e inteligentes também devem ser usados para melhorar a cidade em que vivemos e, conseqüentemente, nossa vida também.
Deixar a nossa calçada, a nossa rua, o bairro, a cidade, mais humana, mais bonita e charmosa pode começar com pequenos gestos que não são caros e nem difíceis.
Depende apenas de um pouco de boa educação e respeito – por nós e pela nossa “casa” no sentido mais amplo.
Plante uma árvore – Não precisa ser um militante de carteirinha ou se acorrentar ao tronco das árvores para protestar contra a derrubada das florestas.
Que tal começar a cuidar das plantas e árvores da sua calçada, do seu prédio ou mesmo da sua rua?
Segure a sujeira – ninguém gosta de ver a sujeira nas ruas e calçadas da cidade. Mas será que você se preocupa em jogar tudo nas latas de lixo ou colocar os sacos de lixo para fora, na hora do caminhão passar?
Vizinhos não são amigos – mas um dia poderão ser, só depende de você. Cara feia, mal-humorada, não resolve nenhum dos seus problemas e o seu vizinho ainda vai te achar um chato. Cumprimente as pessoas ao sair de casa, no elevador, aqueles que te atendem na padaria, no ônibus, no supermercado, etc.
Sorria. Na esteira de um simples sorriso, muita coisa boa pode acontecer. Já carranca, só gera mal estar e rugas. Muitas rugas.
A praia é sua – cuidar delas é uma obrigação da prefeitura. Porém, não sujar ou estragar, é uma obrigação de cada um. Sabe a expressão “cuidar como se fosse sua?” Pois é, assim mesmo... Atenção ao barulho – não fazer barulho depois das dez da noite é simplesmente uma questão de respeito aos vizinhos, mas que também faz bem a toda cidade. E, nem é tão difícil assim...
Use e abuse das palavras – daquelas certas, que fazem bem a quem ouve e também a você. Por favor, bom dia, obrigado, com licença, é um prazer, posso ajudar, vamos conversar, você primeiro, e tantas outras.
Uma cidade melhor se faz com pessoas dispostas a participar e a se mexer.
Não adianta votar e ficar sentado à espera de resultados.
Ser “educado” com a sua cidade vai ajudar a deixá-la mais viva e mais bela.
E lembre-se precisamos que a cidade se torne cada vez melhor para nossos filhos, netos, bisnetos...
O papel do professor de geografia na formação de pessoas
Texto publicado em Profiss?o Mestre – Ano 6 Nº 86 – 24/09/2008
A responsabilidade é aquela premissa de estar sempre buscando a coerência entre a teoria e prática, entre o dito e o feito, entre o querer e o fazer.
E aí ela se acorrentou ao compromisso: o que antes era certo porque diziam ser certo, passou a ser a fonte do querer descobrir.
Mas não me basta só isto.
Com estes parâmetros construí minha práxis pedagógica.
Acredito que a Geografia permite fazer a leitura do mundo muito além do simples ato de codificar ou decodificar símbolos alfabéticos: ela nos permite ler na observação dos astros do Universo que nos rodeia, nas montanhas que se elevam ou nos mares que se prolongam até ao horizonte, nos vales ensombrecidos, nas florestas decapitadas pelos homens, no trigo que brota, na fábrica que apita e solta fumaça no ar, nos homens de ombros caídos e na fala dos seus dirigentes ...
Para fazer esta GEOgrafia, acredito numa metodologia de prazer que inclua leituras, pelo simples prazer de ler e buscar saber como outros constroem seu conhecimento, verificando as diferentes "verdades" que cada autor produz.
Penso que o papel do professor de Geografia na formação de uma sociedade crítica não precisa ser de um cavaleiro do Apocalipse, duro e cruel.
(*) Marisa Terezinha Rosa Valladares é professora de Estágio Supervisionado, Didática e Tópicos Especiais de Geografia no Centro de Educação da Universidade Federal do Espírito Santo – Mestre e Doutoranda em Educação.
quinta-feira, 3 de setembro de 2009
Que país é este?

Aquela máxima: "dê o bastão ao cidadão e veja qual será a reação dele" (digamos, seu comportamento, sua postura), é válida. As reações são as mais diferentes, só se saberá o tipo, a partir do momento que o sujeito passa a ter a posse do "bastão".
Dependemos uns dos outros, seja rico ou pobre. Diríamos que o rico tenha mais dependência, devido possuir mais bens materiais, advindo daí mais preocupações. Respiramos o mesmo ar (ainda é possível), temos liberdade para ir e vir (ainda é possível). Cremos que paramos por ai, senão vejamos: para nascer (paga-se), para viver (paga-se) e ao morrer (paga-se), isto é, existe taxa para tudo em tudo. Até entendemos a existência de custos. Mas, tem muito custo no custo, na relação custo benefício. Não há quem agüente, vamos simplificar. Puxa, somos castigados desde o nascimento. Façam uma reflexão.
O Brasil é um pais novo, tem de "tudo", do melhor ao pior e vice-versa. Continua valendo o dito pelo Pero Vaz de Caminha: "...em se plantando tudo dá...". Daí por analogia cabe perguntar: por quê não investem na educação? Ora gente! Somos mais de cento e oitenta milhões de pessoas, imaginem a maioria possuindo educação e gradativamente todos. E, isto é plenamente possível, desde que levado a sério, acrescido das dádivas que a natureza brindou o país. Nossa! Ninguém iria segurar o Brasil, no bom sentido. Sonhar ainda é permitido.
É lógico que investir na educação, pensamos ser prioridade. Povo educado sabe dos seus direitos, e, em contrapartida de seus deveres. Povo educado sabe fazer cobranças e exigir melhorias, por certo, também sabe valorizar quem lhes dá oportunidades.
Às vezes parece até que manter o povo sem educação é o objetivo daqueles que dirigem o país (antes e hoje). Pois que seria mais fácil ter o povo subjugado, manipulado, etc. e tal.
A educação é um dever do Estado, levá-la, complementá-la, onde for necessário, com garantias, condições e meios, seja nos charcos, caatingas, cerrados, litoral, selva, centros urbanos e periferias, sem politicagem é o que o povo almeja.
Com certeza, quando isso um dia vier acontecer, os brasileiros, ao verem o esforço do governo, sem fins políticos, farão as suas partes.
Nada de querer reinventar a roda, é somente arregaçar as mangas e por as mãos à obra, sem cogitar de querer levar vantagens, como é uso e vezeiro, nos tempos atuais.
segunda-feira, 16 de junho de 2008
O poder do cidadão.
"A fome é a realidade, o efeito e o sintoma da ausência de cidadania.
Não é por acaso que a palavra cidadania está sendo cada vez mais falada e praticada na sociedade brasileira. Uma boa onda democrática que vem rolando mundo afora chegou ao Brasil há algum tempo e tem nos ajudado a descobrir como dar conta do que acontece na vida pública.
Cidadania é a consciência de direitos democráticos, é a prática de quem está ajudando a construir os valores e as práticas democráticas. No Brasil, cidadania é fundamentalmente a luta contra a exclusão social, contra a miséria, e mobilização concreta pela mudança do cotidiano e das estruturas que beneficiam uns e ignoram milhões de outros. E querer mudar a realidade a partir da ação com os outros, da elaboração de propostas, da crítica, da solidariedade e da indignação com o que ocorre entre nós.
Um cidadão não pode dormir com um sol deste: milhares de crianças trabalhando em condições de escravidão, trabalhadores sobrevivendo com suas famílias num quadro de miséria e de fome, a exploração da mulher, a descriminação do negro, uma elite rica esbanjando indiferença num mundo de festas e desperdícios escandalosos, de banqueiros metendo a mão no dinheiro do depositante, da polícia batendo em preto e em pobre.
A fome é a realidade, o efeito e o sintoma da ausência de cidadania. O ponto de partida e de chegada das ações cidadãs. A negação radical da miséria é um postulado de mudança radical de todas as relações e processos que geram a miséria. É passar a limpo a história, a sociedade, o Estado e a economia. Não estamos falando de coisas abstratas, de boas intenções ou desejos humanitários de alguns.
Cidadania é, portanto, a condição da democracia. O poder democrático é aquele que tem gestão, controle, mas não tem domínio nem subordinação, não tem superioridade nem inferioridade. Uma sociedade democrática é uma relação entre cidadãos e cidadãs. É aquela que se constrói da sociedade para o Estado, de baixo para cima, que estimula e se fundamenta na autonomia, independência, diversidade de pontos de vista e sobretudo na ética - conjunto de valores ligados à defesa da vida e ao modo como as pessoas se relacionam, respeitando as diferenças, mas defendendo a igualdade de acesso aos bens coletivos.
O cidadão é o indivíduo que tem consciência de seus direitos e deveres e participa ativamente de todas as questões da sociedade. Um cidadão com sentido ético forte e consciência de cidadania não abre mão desse poder de participação."



