segunda-feira, 23 de agosto de 2010

Corações feitos um para o outro...

Autor: Sergio L M da Rocha (*)

Quando me deparei com o teu sorriso suave, meu coração me disse através de suas batidas, que era você a escolhida.

Que seríamos dois corações, selados num mesmo destino, num mesmo caminhar, num sonho comum...

Disse ainda, que seriam dois corações numa mesma vida, que dependeriam um do outro, e que se completariam como num encaixe perfeito e que com o passar do tempo perceberíamos que os nossos corações não mais viveriam em solidão e teriam a alegria de conviver e de sentir as mesmas vibrações e sentimentos.

Quando duas pessoas se amam verdadeiramente, os corações de ambos parecem ser um só, o que um sente, o outro sente também.

Se não for assim, mas parecerá um céu nublado, sem estrelas, sem brilho.

Quando dois corações comungam os mesmos sentimentos, é fácil perceber no olhar, no sorriso, nos gestos mais simples, nas atitudes, no falar, no escutar, no prazer de juntos estar, ...

A simples presença, mesmo em silêncio, traduz toda a força do amor que existe entre estas duas almas, que se identificam e se completam.

Nesta bela história de amor, é fácil perceber que o destino de ambas foi escrito muito antes de existirem, hoje apenas cumprem o que há muito está determinado.

O mistério da vida, não nos permite compreender por que tantos encontros e desencontros, entretanto sempre estarão perto um do outro, a navegar pela eternidade e a se amar.


(*) Sergio L M da Rocha é Administrador de empresas e consultor.



6 comentários:

Emília, disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Emília, disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Emília, disse...

Oi Sérigo,como vai vc?Sumiu ou sumimos?rsrs
Sempre acompanho o seu blog e ainda espero a sua visita,viu?
Linda a sua postagem sobre o "amor".É tudo isto e muito mais...Verdade, existem coisas que não conseguimos explicar.
Saint-Exupéry já dizia: "Não confundas o amor com o delírio da posse,que acarreta os piores sofrimentos.Porque,contrariamente à opinião comum,o amor não faz sofrer.O instinto de propriedade, que é o contrário do amor,esse é que faz sofrer.(...)Eu sei assim reconhecer aquele que ama verdadeiramente: é que ele não pode ser prejudicado.O amor verdadeiro começa lá onde não se espera mais nada em troca.
Um abraço para vc e sua família.
Sempre Emilinha


Observ.Desculpa pelas postagens anteriores,pois insistia em escrever errado o nome de Antoine de Saint-Exupéry.

Ilza Nascimento disse...

Olá, Serginho! Há dias tento postar aqui e não consigo... Problemas com a minha internet... Parabéns pelo texto, que demonstra sensibilidade e delicadeza. Gostei muito! Um passarinho me contou que há concursos para prosa também, sabia? ;-) Beijo!

Maria Ribeiro disse...

LIndo!!! Lindo!!! Lindo!!!
É a sua cara, menino apaixonado...
Um abraço amigo
Maria

Maria Ribeiro disse...

Já viu o meu Blog? Procure o "Reaprendendo a Vida". Sua visita é esperada e sempre bem vinda.
Beijocas, menino
Maria