terça-feira, 18 de novembro de 2008

Papai Noel dos Correios

CAMPANHA PAPAI NOEL DOS CORREIOS BUSCA RESGATAR O ESPÍRITO NATALINO

A proximidade do Natal nos remete ao antigo mistério que ronda a imaginação das crianças: - Afinal, Papai Noel existe?

Enquanto alguns insistem em negar a existência do bom velhinho; na ECT o mito acaba servindo como ponto de partida para o lançamento, na próxima segunda-feira (17), de mais uma edição da campanha Papai Noel dos Correios, que visa atender às cartas enviadas no período natalino por crianças de comunidades carentes.

Embora não seja meta dos Correios, o número de correspondências recebidas vem aumentando a cada ano.

Somente em 2007, foram mais de 790 mil cartas recebidas em todo o Brasil, das quais metade foi adotada - possibilitando que a criança recebesse o presente.


O "Papai Noel dos Correios" é uma das ações sociais mais reconhecidas pela sociedade brasileira, tendo recebido, em 2001, o Prêmio Top Social pela Associação dos Dirigentes de Vendas e Marketing do Brasil (ADVB), um importante divulgador das iniciativas de organizações que promovem o bem-estar social como parte de suas atividades.

Mais do que promover o nome da ECT, o grande intuito da campanha é resgatar o espírito natalino presente em cada um de nós, contribuindo, assim, para a própria melhoria das condições de vida do País.

Portanto, nos Correios, Papai Noel existe.

CAMPANHA PAPAI NOEL DOS CORREIOS 2008

Começou mais uma edição da campanha Papai Noel dos Correios, que visa atender às cartas enviadas no período natalino por crianças de comunidades carentes.

Como funciona

O destinatário do projeto é a criança que envia pelos Correios uma cartinha ao Papai Noel. As cartas que partem das comunidades carentes em todo o País são separadas e colocadas à disposição de quem quiser adotá-las.

http://www.correios.com.br/institucional/conheca_correios/acoes_cidadania/papai_noel.cfm

Na Diretoria Regional do Rio de Janeiro, este ano, o projeto foi descentralizado, a fim de otimizar as operações. Além do Edifício-sede, onde o atendimento será realizado de segunda a sexta-feira, das 9h às 16h30, estão engajadas no projeto mais 31 agências, indicadas na relação anexa.
http://srj0025/Ascom 2000/Ano_2008/bi/mes_11/anexos/anexo 17_01.pdf

Lembramos às unidades de atendimento e operacionais que toda correspondência destinada a Papai Noel deve ser encaminhada para a GEISB - Av. Presidente Vargas, 3077 - 21º andar - Cidade Nova, local de funcionamento do núcleo de leitura das cartas.Para participar do Projeto Papai Noel dos Correios e realizar os sonhos da garotada, veja as recomendações abaixo:

Idade das crianças: serão atendidas apenas crianças de até 12 anos (conforme estabelecido no Estatuto da Criança e do Adolescente - Art. 2º Considera-se criança, para os efeitos desta Lei, a pessoa até doze anos de idade incompletos.

Natureza dos pedidos: só devem ser contemplados pedidos de brinquedos, material escolar, roupas e calçados.

Tipo de presentes: só serão aceitos presentes novos e, sempre que possível , de acordo com o pedido da criança.

Local de entrega: os presentes deverão ser entregues devidamente embalados e identificados com o número da carta adotada, no mesmo posto de atendimento dos Correios onde foi feita a adoção.

Prazo de entrega: os padrinhos têm até o dia 15/12/08 para entregar a sua doação nos Correios

Período de atendimento: o atendimento aos interessados em adotar cartas será de 17/11 a 15/12/08.

Entrega em domicílio: os Correios entregarão o presente no endereço indicado pelo remetente da carta.

Destinação dos presentes devolvidos: todos os presentes não entregues pelos Correios, devido a endereço errado ou incompleto, serão destinados a entidades cadastradas no Programa Fome Zero.

quarta-feira, 12 de novembro de 2008

O que significa ter quarenta anos? (SR)

Autor: Sergio L.M. Rocha (*)

O que significa completar quarenta anos?
Por que tamanha preocupação?
Talvez por não me preocupar com isto passei direto por este marco e quando me dei conta já tinha passado por muitos deles.
Entendo que a forma que temos de viver é que nos faz sentir e se importar com estes marcos de idade: 15, 18, 21, 30, 40, 50, 60, 65, 70 e por aí vai.
Talvez as mulheres, movidas por uma preocupação exagerada com a sustentação da beleza, se preocupem com eles mais do que os homens. São as rugas, as manchas, as formas do corpo, o ressecamento da pele e dos cabelos, o manequim, a barriguinha, as varizes, a menopausa, os distúrbios hormonais, etc.
O homem por sua vez, preocupado talvez com a sua profissão, o seu salário, a competitividade, com o status, muito provavelmente começam a se preocupar com isso nas fases mais adiantadas, muito mais por causa da ameaça da perda de virilidade do que pela vaidade com a beleza do corpo.

Entretanto nos dias atuais, creio que muitas mulheres já mudaram a sua forma de encarar estes marcos há tanto estabelecidos e que tanto as preocupavam. Chegar a terceira idade já não é tão assustador assim, já que muitas mulheres estão nesta fase com uma disposição de fazer inveja a muitas de trinta. O mundo de hoje assim o permite, através de alimentação, cuidado com o corpo, recreação, lazer, estudos, atividades sociais, tratamentos, medicamentos, etc, que fazem com que, principalmente as mulheres aparentem idades bem abaixo do que possuem. O mesmo acontece com muitos homens que não desprezam os cuidados com a saúde, física e mental.

Envelhecer consciente e de forma saudável é o caminho, aproveitar a vida dentro das possibilidades de cada um, curtir os momentos, por mais simples que seja, um filme, um livro, uma caminhada na praia, ou no campo, uma ginástica, um chopinho, uma ida ao shopping, uma viagem, conhecer um novo lugar, pessoas, uma nova atividade,... ou seja, o importante é se divertir. Experimentar um novo corte de cabelo, uma nova cor ou roupa, novas amizades, a formação de uma nova rede de relacionamentos, traz sem dúvida uma melhora no bem estar dos indivíduos.

Interessante e que a maioria das pessoas, com raríssimas exceções, chegam aos trinta e se vêm com dezoito. Quando chegam aos quarenta, continuam se sentindo com se tivessem vinte ou vinte e cinco. Aos cinquenta têm disposição de trinta. Aos sessenta fazem coisas que com quarenta sequer sonhavam fazer, por absoluta falta de tempo. Aos setenta, o corpo já cobra e se curva mas não impede a pessoa saudável de se manter ativa.

Aos oitenta estão por aí, mantendo muitas famílias, indo a shoppings, praias, viajando, dirigindo o próprio automóvel, enchendo os salões de beleza, praticando tai-chi, hidroginástica, Yoga, escrevendo, compondo, inventando, pesquisando, criando (veja Oscar Niemayer), representando, cantando, clinicando, advogando, praticando esportes, etc...

Então o que representa a idade que temos?

Salvo o desgaste natural provocado pelo envelhecimento celular, ter 20, 30,40, 50, 60 , 70, 80,....nada mais é que um estado de espírito, o resto são convenções que só fazem atrapalhar aos que gostam e sabem viver.

Experiência se adquire enquanto se vive.

O negócio é aproveitar a vida responsavelmente e seguir o ditado “Curta a vida por que a vida é curta!"
(*) Sergio L. M. Rocha é Administrador de empresas CRA-RJ e Consultor empresarial.

quarta-feira, 5 de novembro de 2008

Íntegra do discurso de vitória de Barack OBAMA

Senador Barack Obama, 47, eleito presidente dos EUA em 04/11/2008.
"Oi, Chicago.
Se alguém ainda duvida que a América é um lugar onde tudo é possível, ainda pergunta se o sonho dos pioneiros ainda estão vivos em nossos tempos, ainda questiona o poder da nossa democracia, esta noite é sua resposta.
É a resposta das filas que cercaram escolas e igrejas em números que essa nação nunca havia visto. Das pessoas que esperaram três horas e quatro horas, muitas pela primeira vez em suas vidas, porque acreditavam que desta vez precisava ser diferente, que as suas vozes podiam fazer diferença.
Gary Hershorn/Reuters
Obama, as filhas e a mulher, Michelle, durante festa da vitória
É a resposta de jovens e idosos, ricos e pobres, democratas e republicanos, negros, brancos, hispânicos, asiáticos, índios, gays, heterossexuais, deficientes e não-deficientes. Americanos que enviaram uma mensagem ao mundo de que nós nunca fomos somente uma coleção de indivíduos ou uma coleção de Estados vermelhos e azuis.
Nos somos, e sempre seremos, os Estados Unidos da América.
É a resposta que recebeu aqueles que ouviram --por tanto tempo e de tantos-- para serem cínicos, medrosos e hesitantes sobre o que poderiam realizar para que coloquem a mão no arco da história e torçam-no uma vez mais, na esperança de dias melhores.
Faz muito tempo, porém, nesta noite, por causa do que fizemos nesse dia de eleição, nesse momento decisivo, a mudança chegou à América.
Um pouco mais cedo nesta noite, recebi um telefonema extraordinariamente gracioso do senador McCain. Ele lutou muito e por muito tempo nesta campanha. Ele lutou ainda mais e por ainda mais tempo por esse país que ele ama. Ele enfrentou sacrifícios pela América que a maioria de nós nem pode começar a imaginar. Nós estamos melhores graças ao serviços desse líder bravo e altruísta.
Eu o parabenizo e parabenizo a governadora Palin por tudo que eles conquistaram. Eu estou ansioso por trabalhar com eles e renovar a promessa dessa nação nos próximos meses.
Eu quero agradecer meu parceiro nessa jornada, um homem que fez campanha com o coração e que falou para os homens e mulheres com os quais cresceu, nas ruas de Scranton, e com os quais andou de trem a caminho de Delaware, o vice-presidente eleito dos EUA, Joe Biden.
E eu não estaria aqui nesta noite sem a compreensão e o incansável apoio da minha melhor amiga dos últimos 16 anos, a rocha da nossa família, o amor da minha vida, a próxima primeira-dama dessa nação, Michelle Obama. Sasha e Malia [filhas de Obama] eu as amo mais do que vocês podem imaginar. E vocês mereceram o cachorrinho que irá morar conosco na nova Casa Branca.
E, embora ela não esteja mais entre nós, eu sei que minha avó está assistindo, ao lado da família que construiu quem eu sou. Eu sinto falta deles nesta noite. Eu sei que minha dívida com eles está além de qualquer medida.
Para minha irmã Maya, minha irmã Alma, todos os meus irmãos e irmãs, muito obrigado por todo o apoio que me deram. Sou grato a eles.
E agradeço ao meu coordenador de campanha, David Plouffe, o herói anônimo da campanha, que construiu o que há de melhor --a melhor campanha política, penso, da história dos EUA.
Ao meu estrategista-chefe David Axelrod, que tem sido um companheiro em todos os passos do caminho. À melhor equipe de campanha reunida na história da política --você fizeram isso acontecer, e eu serei sempre grato pelo que vocês sacrificaram para conseguir.
Mas, acima de tudo, eu nunca esquecerei a quem essa vitória realmente pertence. Isso pertence a vocês. Isso pertence a vocês.
Eu nunca fui o candidato favorito na disputa por esse cargo. Nós não começamos com muito dinheiro ou muitos endossos. Nossa campanha não nasceu nos corredores de Washington. Nasceu nos jardins de Des Moines, nas salas de Concord e nos portões de Charleston. Foi construída por homens e mulheres trabalhadores que cavaram as pequenas poupanças que tinham para dar US$ 5, US$ 10 e US$ 20 para essa causa.
Ela [a campanha] cresceu com a força dos jovens que rejeitaram o mito de apatia da sua geração e deixaram suas casas e suas famílias por empregos que ofereciam baixo salário e menos sono.
Ela tirou suas forças de pessoas não tão jovens assim que bravamente enfrentaram frio e calor para bater às portas de estranhos e dos milhões de americanos que se voluntariaram e se organizaram e provaram que, mais de dois séculos mais tarde, um governo do povo, pelo povo e para o povo não desapareceu da Terra.
Essa é a nossa vitória.
E eu sei que vocês não fizeram isso só para ganhar uma eleição. E eu sei que vocês não fizeram tudo isso por mim.
Vocês fizeram isso porque entendem a grandiosidade da tarefa que temos pela frente. Podemos comemorar nesta noite, mas entendemos que os desafios que virão amanhã serão os maiores de nossos tempos --duas guerras, um planeta em perigo, a pior crise financeira do século.
Enquanto estamos aqui nesta noite, nós sabemos que há corajosos americanos acordando nos desertos do Iraque e nas montanhas do Afeganistão para arriscar suas vidas por nós. Há mães e pais que ficam acordados depois de os filhos terem dormido se perguntando como irão pagar suas hipotecas ou o médico ou poupar o suficiente para pagar a universidade de seus filhos. Há novas energias para explorar, novos empregos para criar, novas escolas para construir, ameaças para enfrentar e alianças para reparar.
O caminho será longo. Nossa subida será íngreme. Nós talvez não cheguemos lá em um ano ou mesmo em um mandato. Mas, América, nunca estive mais esperançoso do que chegaremos lá. Eu prometo a vocês que nós, como pessoas, chegaremos lá.
Haverá atrasos e falsos inícios. Muitos não irão concordar com todas as decisões ou políticas que eu vou adotar como presidente. E nós sabemos que o governo não pode resolver todos os problemas. Mas eu sempre serei honesto com vocês sobre os desafios que enfrentar. Eu vou ouvir vocês, especialmente quando discordarmos. E, acima de tudo, eu vou pedir que vocês participem do trabalho de refazer esta nação, do jeito que tem sido feito na América há 221 anos --bloco por bloco, tijolo por tijolo, mão calejada por mão calejada.
O que começamos 21 meses atrás no inverno não pode terminar nesta noite de outono. Esta vitória, isolada, não é a mudança que buscamos. Ela é a única chance para fazermos essa diferença. E isso não vai acontecer se voltarmos ao modo como as coisas eram. Isso não pode ocorrer com vocês, sem um novo espírito de serviço, um novo espírito de sacrifício.
Então exijamos um novo espírito de patriotismo, de responsabilidade, com o qual cada um de nós irá levantar e trabalhar ainda mais e cuidar não apenas de nós mesmos mas também uns dos outros. Lembremos que, se essa crise financeira nos ensinou uma coisa, foi que não podemos ter uma próspera Wall Street enquanto a Main Street sofre.
Nesse país, nós ascendemos ou caímos como uma nação, como um povo. Resistamos à tentação de voltar ao bipartidarismo, à mesquinhez e à imaturidade que envenenou nossa política por tanto tempo.
Lembremos que foi um homem deste Estado que primeiro carregou a bandeira do Partido Republicano à Casa Branca, um partido fundado sobre valores de autoconfiança, liberdade individual e unidade nacional.
Esses são valores que todos compartilhamos. E enquanto o Partido Democrata obteve uma grande vitória nesta noite, isso ocorre com uma medida de humildade e de determinação para curar as fissuras que têm impedido nosso progresso.
Como [o ex-presidente Abraham] Lincoln [1861-1865] afirmou para uma nação muito mais dividida que a nossa, nós não somos inimigos, e sim amigos. A paixão pode ter se acirrado, mas não pode quebrar nossos laços de afeição. E àqueles americanos cujo apoio eu ainda terei que merecer, eu talvez não tenha ganho seu voto hoje, mas eu ouço suas vozes. E eu preciso de sua ajuda. Eu serei seu presidente também.
E a todos aqueles que nos assistem nesta noite, além das nossas fronteiras, de Parlamentos e palácios, àqueles que se reúnem ao redor de rádios, nas esquinas esquecidas do mundo, as nossas histórias são únicas, mas o nosso destino é partilhado, e uma nova aurora na liderança americana irá surgir.
Àqueles que destruiriam o nosso mundo: nós os derrotaremos. Àqueles que buscam paz e segurança: nós os apoiamos. E a todos que questionaram se o farol da América ainda ilumina tanto quanto antes: nesta noite nós provamos uma vez mais que a verdadeira força da nossa nação vem não da bravura das nossas armas ou o tamanho da nossa riqueza mas do poder duradouro de nossos ideais: democracia, liberdade, oportunidade e inabalável esperança.
Esse é o verdadeiro talento da América: a América pode mudar. Nossa união pode ser melhorada. O que já alcançamos nos dá esperança em relação ao que podemos e ao que devemos alcançar amanhã.
Essa eleição teve muitos "primeiros" e muitas histórias que serão contadas por gerações. Mas há uma que está em minha mente nesta noite, sobre uma mulher que votou em Atlanta. Ela seria como muitos dos outros milhões que ficaram em fila para ter a voz ouvida nessa eleição não fosse por uma coisa: Ann Nixon Cooper tem 106 anos.
Ela nasceu apenas uma geração após a escravidão; uma época na qual não havia carros nas vias nem aviões nos céus; quando uma pessoa como ela não podia votar por dois motivos --porque era mulher ou por causa da cor da sua pele. Nesta noite penso em tudo que ela viu neste seu século na América --as dores e as esperanças, o esforço e o progresso, a época em que diziam que não podíamos, e as pessoas que continuaram com o credo: Sim, nós podemos.
Em um tempo no qual vozes de mulheres eram silenciadas e suas esperanças descartadas, ela viveu para vê-las se levantar e ir às urnas. Sim, nós podemos.
Quando havia desespero nas tigelas empoeiradas e a depressão em toda parte, ela viu uma nação conquistar seu New Deal, novos empregos, um novo senso de comunidade. Sim, nós podemos.
Quando bombas caíam em nossos portos e a tirania ameaçava o mundo, ela estava lá para testemunhar uma geração chegar à grandeza, e a democracia foi salva. Sim, nós podemos.
Ela estava lá para ver os ônibus em Montgomery, as mangueiras em Birmingham, a ponte em Selma e um pregador de Atlanta que disse "Nós Devemos Superar". Sim, nós podemos.
Um homem chegou à Lua, um muro caiu em Berlim, um mundo foi conectado por nossa ciência e imaginação. Neste ano, nesta eleição, ela tocou o dedo em uma tela e registrou o seu voto porque, após 106 anos na América, através dos melhores e dos mais escuros dos tempos, ela sabe que a América pode mudar. Sim, nós podemos.
América, nós chegamos tão longe. Nós vimos tanto. Mas há tantas coisas mais para serem feitas. Então, nesta noite, devemos nos perguntar: se nossas crianças viverem até o próximo século, se minhas filhas tiverem sorte suficiente para viver tanto quanto Ann Nixon Cooper, quais mudanças elas irão ver? Quanto progresso teremos feito?
É nossa chance de responder a esse chamado. É o nosso momento.
Esse é nosso momento de devolver as pessoas ao trabalho e abrir portas de oportunidade para nossas crianças; de restaurar a prosperidade e promover a paz; de retomar o sonho americano e reafirmar a verdade fundamental de que, entre tantos, nós somos um; que, enquanto respirarmos, nós temos esperança. E onde estamos vai de encontro ao cinismo, às dúvidas e àqueles que dizem que não podemos. Nós responderemos com o brado atemporal que resume o espírito de um povo: Sim, nós podemos.
Obrigado. Deus os abençoe. E Deus abençoe os Estados Unidos da América.

segunda-feira, 3 de novembro de 2008

Rito de passagem da juventude dos indios Cherokees

Autor desconhecido (Internet)
Você conhece a lenda do rito de passagem da juventude dos índios Cherokees?
O pai leva o filho para a floresta durante o final da tarde, venda-lhe os olhos e deixa-o sozinho.
O filho não pode remover a venda até os raios do sol brilharem no dia seguinte. Ele não pode gritar por socorro para ninguém.
Se ele passar a noite toda lá, será considerado um homem.
Ele não pode contar a experiência aos outros meninos porque cada um deve tornar-se homem do seu próprio modo, enfrentando o medo do desconhecido.
O menino está naturalmente amedrontado. Ele pode ouvir toda espécie de barulho. Os animais selvagens podem, naturalmente, estar ao redor dele. Talvez alguns humanos possam feri-lo.
Os insetos e cobras podem vir pica-lo. Ele pode estar com frio, fome e sede. O vento sopra a grama e a terra sacode os tocos, mas ele se senta estoicamente, nunca removendo a venda.
Segundo os Cherokees, este é o único modo dele se tornar um homem.
Finalmente... Após a noite horrível, o sol aparece e a venda é removida.
Ele então descobre seu pai sentado perto dele. Ele estava a noite inteira protegendo seu filho do perigo.
Nós também nunca estamos sozinhos! Mesmo quando não percebemos Deus está olhando para nós, 'sentado ao nosso lado'.
Quando os problemas vêm, tudo que temos a fazer é confiar que ELE está nos protegendo.
Moral da história:
Apenas porque você não vê Deus, não significa que Ele nao esteja conosco.
Nós precisamos caminhar pela nossa fé, não com a nossa visão material. Salmos 118.8

Para melhorar a qualidade de vida de forma prática e habitual

As universidades de Harvard e Cambridge publicaram recentemente um compêndio com 20 conselhos saudáveis

1- um copo de suco de laranja diariamente para aumentar o ferro e repor a vitamina C.
2- salpicar canela no café (mantém baixo o colesterol e estáveis os níveis de açúcar no sangue).
3- trocar o pãozinho tradicional pelo pão integral que tem quase 4 vezes mais fibra, 3 vezes mais zinco e quase 2 vezes mais ferro que tem o pão branco.
4- mastigar os vegetais por mais tempo. Isto aumenta a quantidade de químicos anticancerígenos liberados no corpo. Mastigar libera sinigrina. E quanto menos se cozinham os vegetais, melhor efeito preventivo têm.
5- adotar a regra dos 80%: servir-se menos 20% da comida que ia ingerir evita transtornos gastrintestinais, prolonga a vida e reduz o risco de diabetes e ataques de coração.
6- o futuro está na laranja, que reduz em 30% o risco de câncer de pulmão.
7- fazer refeições coloridas como o arco-íris. Comer uma variedade de vermelho, laranja, amarelo, verde, roxo e branco em frutas e vegetais, cria uma melhor mistura de antioxidantes, vitaminas e minerais.
8- comer pizza. Mas escolha as de massa fininha. O Licopene, um antioxidante dos tomates pode inibir e ainda reverter o crescimento dos tumores; e ademais é melhor absorvido pelo corpo quando os tomates estão em molhos para massas ou para pizza.
9- limpar sua escova de dentes e trocá-la regularmente. As escovas podem espalhar gripes e resfriados e outros germes. Assim, é recomendado lavá-las com água quente pelo menos quatro vezes à semana (aproveite o banho no chuveiro), sobretudo após doenças quando devem ser mantidas separadas de outras escovas.
10- realizar atividades que estimulem a mente e fortaleçam sua memória... Faça alguns testes ou quebra-cabeças, palavras-cruzadas, aprenda um idioma, alguma habilidade nova... Leia um livro e memorize parágrafos.
11- usar fio dental e não mastigar chicletes. Acreditem ou não, uma pesquisa deu como resultado que as pessoas que mastigam chicletes têm mais possibilidade de sofrer de arteriosclerose, pois tem os vasos sanguíneos mais estreitos, o que pode preceder a um ataque do coração. Usar fio dental pode acrescentar seis anos a sua idade biológica porque remove as bactérias que atacam aos dentes e o corpo.
12- rir. Uma boa gargalhada é um 'mini-workout', um pequeno exercício físico: 100 a 200 gargalhadas equivalem a 10 minutos de corrida. Baixa o estresse e acorda células naturais de defesa e os anticorpos.
13- não descascar com antecipação. Os vegetais ou frutas, sempre frescos, devem ser cortados e descascados na hora em que forem consumidos. Isso aumenta os níveis de nutrientes contra o câncer.
14- ligar para seus parentes/pais de vez em quando. Um estudo da Faculdade de Medicina de Harvard concluiu que 91% das pessoas que não mantém um laço afetivo com seus entes queridos, particularmente com a mãe, desenvolvem alta pressão, alcoolismo ou doenças cardíacas em idade temporã.
15- desfrutar de uma xícara de chá. O chá comum contém menos níveis de antioxidantes que o chá verde, e beber só uma xícara diária desta infusão diminui o risco de doenças coronárias. Cientistas israelenses também concluíram que beber chá aumenta a sobrevida depois de ataques ao coração.
16- ter um animal de estimação. As pessoas que não têm animais domésticos sofrem mais de estresse e visitam o médico regularmente, dizem os cientistas da Cambridge University. Os mascotes fazem você sentir se otimista, relaxado e isso baixa a pressão do sangue. Os cães são os melhores, mas até um peixinho dourados pode causar um bom resultado.
17- colocar tomate ou verdura frescas no sanduíche. Uma porção de tomate por dia baixa o risco de doença coronária em 30%, segundo cientistas da Harvard Medical School.
18- reorganizar a geladeira. As verduras em qualquer lugar de sua geladeira perdem substâncias nutritivas, porque a luz artificial do equipamento destrói os flavonóides que combatem o câncer que todo vegetal tem. Por isso é melhor usar á área reservada a ela, aquela caixa bem embaixo.
19- comer como um passarinho. A semente de girassol e as sementes de sésamo nas saladas e cereais são nutrientes e antioxidantes. E comer nozes entre as refeições reduz o risco de diabetes.
20- e, por último, um mix de pequenas dicas para alongar a vida:

-comer chocolate. Duas barras por semana estendem um ano a vida. O amargo é fonte de ferro, magnésio e potássio.
- pensar positivamente. Pessoas otimistas podem viver até 12 anos mais que os pessimistas, que ademais pegam gripes e resfriados mais facilmente.
- ser sociável. Pessoas com fortes laços sociais ou redes de amigos têm vidas mais saudáveis que as pessoas solitárias ou que só têm contato com a família.
- conhecer a si mesmo. Aqueles que priorizam o 'ser' sobre o 'ter' têm 35% de probabilidade de viver mais tempo.
Uma vez incorporados, os conselhos, facilmente tornam-se hábitos...
É exatamente o que diz uma certa frase de Sêneca:
'Escolha a melhor forma de viver e o costume a tornará agradável'!

Consumo; poder; status; prazer; subir na vida e rápido,…

Autor: Sergio L M Rocha

Na busca destes desejos, as pessoas, particularmente os jovens, não medem esforços para obtê-los.
Vale tudo!
Possuir um “curriculum” extenso e diversificado, várias faculdades, vários títulos em pós, MBA’s e até mestrados, de preferência no exterior. Falar vários idiomas, se possível, até o mandarim. Jogar na bolsa, loterias, cassinos, aceitar a corrupção como algo natural, traições, infidelidades, frieza, pisar no pescoço da própria mãe, irmão ou quem quer que se coloque no caminho, “passar por cima” como se diz.
Os exemplos e ensinamentos de muitos pais, nas escolas, nas universidades e nas empresas, lamentavelmente, oferecem e estimulam esta tendência no modo de pensar e agir dos jovens.
No mundo moderno, a competição e o seu símbolo sagrado “The number one”, passou a ser o modelo de comportamento das pessoas, particularmente dos jovens.
Pais cobrando, dos filhos, resultados nunca inferiores ao lugar mais alto dos pódios, quer nas escolas, nos cursos de idiomas, nos esportes praticados, nos concursos ou em qualquer situação onde o jovem tenha ou seja meta a competir. Gerentes, chefes, treinadores, instrutores, professores, exigindo cada vez mais resultados idênticos de todos os integrantes da turma, equipe, time ou que nome tenha.
Jovens estressados, atenuados, cansados, irritados, agressivos, alucinados, “workaholics”, “studentholics”, rebeldes, explosivos, desligados, que acabam por não viver a fase da adolescência ou a do jovem adulto. Ainda inexperientes, mas se achando em condições de se tornar o “dono do mundo” em pouco anos, quem sabe antes dos trinta, na verdade se sentindo “velho” aos 25 anos.
Muitos buscando, nas drogas, um momento de desligamento, porém aumentando de forma exponencial a sua própria destruição.
Com raríssimas exceções, baseiam suas vidas no tripé, família, lazer e trabalho, de forma equilibrada e ajustada à fase vivida no momento.
Querem ter tudo e ser tudo, muito rapidamente. Não aceitam esperar, aliás não admitem esperar.
Poupar?
O que significa isto, para um jovem hoje em dia?
Aplicam os seus salários, suas mesadas, seus prêmios, o dinheiro obtido seja de forma, lícita ou ilícita, na obtenção do que desejam ou naquilo que a mídia estimula ou aponta como diferencial na sociedade.
Querem consumir, necessitam consumir, precisam se destacar, seja que de forma for, e é claro que o caminho do menor esforço, é o preferido.
São jovens se prostituindo, traficando, se corrompendo, esmolando e até roubando, seja o dinheiro alheio, seja a própria juventude, seja a própria saúde, …
mundo onde faltam empregos e se exige cada vez mais para obtê-los, onde faltam oportunidades para todos, mesmo para muitos daqueles que, como disse no início deste texto, possuem um “curriculum” invejável, digno e vasto, as fórmulas mágicas para a obtenção de riquezas, à curtíssimo prazo, representam verdadeiras armadilhas para àqueles que sucumbem à ganância e à ambição.
No mundo moderno, a saída para o ganho fácil e rápido, lamentavelmente, sempre servirá de estímulo para a maioria das pessoas.
Não é raro, hoje em dia, um jovem preferir continuar no ócio a aceitar um emprego que não lhe ofereça a possibilidade de ganhos que lhe permitam realizar os seus desejos, referem ficar sob as asas dos pais, da família.
Aliás, isto é algo que se alastra pela sociedade numa velocidade muito alta. O emprego está deixando de ser um objeto de desejo para muitos e os pedintes estão aí para demonstrar o que falo. Você oferece dinheiro ele agradece e fica feliz, você oferece alimento ou trabalho ele te xinga ou agride.
O consumismo domina a sociedade moderna e continuará dando as cartas, até que uma nova ordem econômica se estabeleça no mundo, talvez quem sabe, face aos níveis alarmantes da destruição do nosso planeta, provocada pelo capitalismo selvagem desvairado, que nos domina e assola.
O dinheiro sempre moveu o mundo e não faço a menor idéia quando deixará de fazê-lo, portanto é utópico imaginarmos um mundo sem ele ou sem o poder que possui.
Creio que a saída esteja na educação das pessoas para o consumo e a obtenção de poder, daí a sugerir alguns conselhos que recebi de meu pai e que muito me valeram e valem até hoje:

1- Temos que consumir aquilo que podemos e não aquilo que desejamos;
2- Temos que aprender a representar o valor financeiro daquilo que desejamos consumir, como um percentual do nosso salário ou renda e o que irá representar em nosso orçamento;
3- Precisamos aprender a poupar para ter, a esperar, a conter o nosso imediatismo;
4- Temos que agir como banqueiros ou agiotas para nós mesmos;
5- Temos que nos conscientizar do que somos no momento e a nos aprimorar para progredir. Em outras palavras, um filhote de uma águia não pode voar ou caçar, como os adultos o fazem, enquanto não tiverem a estrutura e a experiência necessárias para tal;
6- Temos que aceitar as diferenças entre as pessoas: as minhas qualidades podem ser os defeitos do outro e vice-versa. Não existem duas pessoas exatamente iguais;
7- Devemos dominar nossas ambições e jamais nos deixarmos dominar por elas. Ter ambições é uma coisa, ser ambicioso é outra;
8- A harmonia familiar e a saúde do nosso corpo são vitais para o nosso sucesso na vida;
9- O lazer, assim como o sono, é indispensável à recuperação e ao combate ao estresse vivido no dia-a-dia;
10- O ganho fácil deve sempre ser visto com desconfiança. Melhor acreditar nas nossas intuições do que nas dos outros.
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(*) Sergio L M Rocha - administrador de empresas e consultor.

terça-feira, 28 de outubro de 2008

Mães más, sob a ótica dos filhos...

Dr. Carlos Hecktheuer - Médico Psiquiatra

Um dia quando meus filhos forem crescidos o suficiente para entender a lógica que motiva os pais e as mães, eu hei de dizer-lhes:

Eu os amei o suficiente para ter perguntado aonde vão, com quem vão e a que horas regressarão. Eu os amei o suficiente para não ter ficado em silêncio e fazer com que vocês soubessem que aquele novo amigo não era boa companhia.

Eu os amei o suficiente para os fazer pagar as balas que tiraram do supermercado ou revistas do jornaleiro, e os fazer dizer ao dono: "Nós pegamos isto ontem e queríamos pagar".
Eu os amei o suficiente para ter ficado em pé junto de vocês, duas horas, enquanto limpavam o seu quarto, tarefa que eu teria feito em 15 minutos.
Eu os amei o suficiente para os deixar ver além do amor que eu sentia por vocês, o desapontamento e também as lágrimas nos meus olhos.
Eu os amei o suficiente para os deixar assumir a responsabilidade das suas ações, mesmo quando as penalidades eram tão duras que me partiam o coração.
Mais do que tudo, eu os amei o suficiente para dizer-lhes não, quando eu sabia que vocês poderiam me odiar por isso (e em momentos até odiaram). Essas eram as mais difíceis batalhas de todas.

Estou contente, venci... Porque no final vocês venceram também!
E em qualquer dia, quando meus netos forem crescidos o suficiente para entender a lógica que motiva os pais e as mães, quando eles lhes perguntarem se sua mãe era má, meus filhos vão lhes dizer: "Sim, nossa mãe era má. Era a mãe mais má do mundo...".

- As outras crianças comiam doces no café e nós tínhamos que comer cereais, ovos e torradas. As outras crianças bebiam refrigerante e comiam batatas fritas e sorvete no almoço e nós tínhamos que comer arroz, feijão, carne, legumes e frutas. E ela nos obrigava a jantar à mesa, bem diferente das outras mães que deixavam seus filhos comerem vendo televisão.
Ela insistia em saber onde estávamos a toda hora (tocava nosso celular de madrugada e "fuçava" nos nossos e-mails).
Era quase uma prisão. Mamãe tinha que saber quem eram nossos amigos e o que nós fazíamos com eles. Insistia que lhe dissemos com quem íamos sair, mesmo que demorássemos apenas uma hora ou menos.

Nós tínhamos vergonha de admitir, mas ela "violava as leis do trabalho infantil".

Nós tínhamos que tirar a louça da mesa, arrumar nossas bagunças, esvaziar o lixo e fazer todo esse tipo de trabalho que achávamos cruéis. Eu acho que ela nem dormia à noite, pensando em coisas para nos mandar fazer.

Ela insistia sempre conosco para que lhe disséssemos sempre a verdade e apenas a verdade. E quando éramos adolescentes, ela conseguia até ler os nossos pensamentos.

- A nossa vida era mesmo chata.
Ela não deixava os nossos amigos tocarem a buzina para que saíssemos, tinham que subir, bater à porta, para ela os conhecer.
Enquanto todos podiam voltar tarde da noite, com 12 anos, tivemos que esperar pelos 16 para chegar um pouco mais tarde, e aquela chata levantava para saber se a festa foi boa (só para ver como estávamos ao voltar).
Por causa de nossa mãe, nós perdemos imensas experiências na adolescência:

- Nenhum de nós esteve envolvido com drogas, em roubo, em atos de vandalismo, em violação de propriedade, nem fomos presos por nenhum crime.

- FOI TUDO POR CAUSA DELA.

Agora que já somos adultos, honestos e educados, estamos a fazer o nosso melhor para sermos "PAIS MUITO MAUS", como minha mãe foi...

CREIO QUE ESTE É UM DOS MALES DO MUNDO DE HOJE: NÃO HÁ SUFICIENTES MÃES MÁS.

quarta-feira, 22 de outubro de 2008

Vórtices - brincadeira dos golfinhos...

Talvez você nunca tenha visto isto.

Portanto, aprecie estes anéis prateados, com que os golfinhos estão brincando.

Na realidade, são "vórtices de ar", gerados no dorso deles.

Não se sabe como aprenderam ou se é uma capacidade inata.

Segundo os estudiosos do assunto, esses "vórtices de ar" são gerados quando eles se movem e, rapidamente, se voltam.

Quando os golfinhos partem a linha, as pontas são atraídas para um anel fechado.

O fluido de alta velocidade, à volta do centro do vortex, está a uma pressão mais baixa do que o fluido que circula mais longe. É injetado ar nos anéis pelas bolhas liberadas pelo orifício, no alto da cabeça, por onde o golfinho expele o ar que respira.

A energia do vortex de água é suficiente para evitar que as bolhas subam, durante os segundos que duram as brincadeiras.

Inacreditável, não é mesmo?

A história do Zé Alegria...

Autor Desconhecido

Havia uma fazenda onde os trabalhadores viviam tristes e isolados.
Eles estendiam suas roupas surradas no varal e alimentavam seus magros cães com o pouco que sobrava das refeições.
Todos que viviam ali trabalhavam na roça do Sr. João, dono de muitas terras, que exigia trabalho duro, pagando pouco.
Um dia, chegou ali um jovem agricultor em busca de trabalho. Foi admitido e recebeu, como todos, uma velha casa para morar enquanto trabalhasse ali.
Vendo a casa suja e abandonada, o jovem resolveu dar-lhe vida nova. Cuidou da limpeza e, em suas horas vagas, lixou e pintou as paredes com cores alegres e brilhantes, além de plantar flores no jardim e nos vasos. A casa limpa e arrumada destacava-se das demais e chamava a atenção de todos que por ali passavam.
Ele sempre trabalhava alegre e feliz na fazenda, por isso tinha o apelido de Zé Alegria. Os outros trabalhadores perguntavam: "Como você consegue trabalhar feliz e sempre cantando com o pouco dinheiro que ganhamos?
"O jovem olhou para os amigos e disse: "Bem, este trabalho hoje é tudo que eu tenho. Em vez de blasfemar e reclamar, prefiro agradecer por ele. Quando aceitei trabalhar aqui, sabia das condições. Não é justo agora reclamar. Farei com capricho e amor aquilo que aceitei fazer."
Os outros, que acreditavam ser vítimas das circunstâncias, abandonados pelo destino, o olhavam admirados e comentavam entre si: "Como ele pode pensar assim?".
O entusiasmo do rapaz, em pouco tempo, chamou a atenção do fazendeiro, que passou a observá-lo a distância.
Um dia, o senhor João pensou: "Alguém que cuida com tanto carinho da casa que emprestei, cuidará com o mesmo capricho da minha fazenda. Ele é o único aqui que pensa como eu. Estou velho e preciso de alguém que me ajude na administração da fazenda".
Num final de tarde, foi até a casa do rapaz e, após tomar um café fresquinho, ofereceu ao jovem o cargo de administrador da fazenda. O rapaz aceitou prontamente.
Seus amigos agricultores novamente foram lhe perguntar: "O que faz algumas pessoas serem bem-sucedidas e outras não?".
A resposta do jovem veio logo:"Em minhas andanças, meus amigos, eu aprendi muito, e o principal é que o destino nos dá as oportunidades, porém existe em nós a capacidade de realizar e dar vida nova a tudo que nos cerca. E isso depende de cada um".

segunda-feira, 20 de outubro de 2008

Dizer e Ouvir NÃO...

MARIA DO ROSÁRIO STOTZ (*)

Nem sempre o NÃO significa apenas NÃO.

René Spitz foi um dos primeiros autores psicanalistas a apresentar a discussão sobre o papel do “não” no desenvolvimento de uma criança. Em seu livro “O primeiro ano de vida”, publicado em 1965, o autor assinala que justamente no momento em que a criança, em torno do final do primeiro ano de vida, expressa um importante desenvolvimento de suas atividades motoras, mudando da passividade para a atividade, é a ocasião em que aparece o “não”. A mãe passa a privilegiar a palavra “não” associando-a ao gesto de proibição expresso inicialmente através de uma ação física – meneio negativa da cabeça – não, não! A partir daí inicia-se a construção de um mundo com limites, coisas que podem ser feitas, outras “não”. Mais tarde, inclusive, o “não” vai aparecer além de associado a situações de ação – atos que podem ou não ser realizados, também relativo aos pensamentos, desejos, vontades, sonhos, alguns possíveis, outros – não, não! O “não” advém como a primeira expressão da impossibilidade – “nem tudo que eu quero, eu posso”. A criança, inicialmente, ao ver seus pais lhe impedirem de realizar algo, geralmente imita-os no gesto, embora ainda assim insista em executar o ato proibido. Aquilo que parece uma brincadeira – a criança repete o gesto com o dedo, ou com a cabeça: “não, não” – tornar-se-á posteriormente o símbolo da ação frustradora dos pais. Frustração – palavra insuportável para algumas pessoas. Assim, a criança adquire o primeiro conceito abstrato – “não”. Algumas pessoas assimilam, internalizam o “não” mesmo que ao preço de certo desencanto e insatisfação. Este momento frustrante envolve a palavra, o gesto e também o afeto. Então, pensa a criança, “meus pais podem não me dar algo”. O domínio do “não” é um dos elementos que permitem a organização psíquica, emocional da criança, que a partir daí desenvolve sua capacidade de julgamento e negação. E ainda, depois de um tempo, não mais será necessário o gesto da negativa e apenas a palavra “não” pronunciada pelos pais faz com que a criança saiba qual seu significado. Em algumas ocasiões, a mãe pode não estar no mesmo ambiente físico da criança, mas sua voz o advertirá que “não, não”. Relações parentais saudáveis farão com que a criança possa suportar a negativa de seus pais e valorizá-la tanto quanto suas afirmativas, assim como as ausências e presenças das figuras parentais tornam-se marcantes. Os pais são importantes porque satisfazem e também porque frustram, porque dão e porque negam. É quase como se fosse um treino para o que a criança vai vivenciar mais tarde em suas relações com o mundo em geral. O sujeito precisará suportar os “não” e serão muitos. Aos poucos a criança pode perceber que não é o centro do universo, que as pessoas ao seu redor também têm outros interesses e são portadores de desejos e vontades em que ela (a criança) pode estar envolvida ou não. Como existe afeto suficiente e saudável, a criança acatará a frustração e o “não”, porque já é sabedora que em outros momentos virão o “sim” e a satisfação. É o afeto introjetado (auto-estima) que permite passarmos por momentos que se não são exatamente como desejáramos, são ainda assim momentos necessários e importantes em nossas vidas. Falávamos em reações parentais saudáveis... Famílias saudáveis na casa do vizinho? Cabe destacar que nem todas as crianças passaram por estes momentos tão marcantes de maneira tranqüila e, muitas vezes, pode-se perceber crianças, adolescentes com dificuldades de ouvir o “não” e mesmo adultos. Um momento de frustração na vida adulta pode remetê-los às experiências passadas de sofrimento e desencadear a sensação de desaprovação, frustração e falta de amor da infância. Inclusive, às vezes, as pessoas ditas adultas podem comportar-se como crianças birrentas, esperneando, falando alto, agredindo o outro por não suportarem o limite, a frustração de não serem atendidos em todos os seus desejos. É sempre mais fácil lidar bem com situações em que as respostas são de aprovação e de reconhecimento. Como é difícil ter suporte psíquico para situações em que somos frustrados em nossos desejos de adultos, desejos esses que nos lembram dos infantis. E isto, com certeza, não é só na casa do vizinho. E assim o “não” segue sua carreira na vida dos sujeitos. Mas ainda há uma faceta da negativa que gostaria de lembrar. Falamos da dificuldade em ouvir o “não”, mas também podemos perceber que existem problemas relativos ao se dizer o “não” – ainda aqui no sentido de colocar limites. Ora, se algumas pessoas tiveram dificuldades ao ouvir o “não” porque este foi interpretado como falta de amor ou abandono, este sujeito quando adulto, pode, ao utilizar mecanismos de defesa, até suportar ouvir o “não”, mas pode ter relutância em dizer “não”. Por que será que isto acontece? As possibilidades de saber o porquê são muitas, mas tentemos assinalar apenas uma delas. Esta criança interna – hoje um adulto, que foi frustrado – identifica-se ao outro a quem iria frustrar dizendo “não”. Inconscientemente “eu não gostaria de ouvir “não” porque representa falta de amor, então não direi “não” ao outro”. Só que ‘o tiro sai pela culatra’, ao não colocar o limite no outro, o sujeito acaba voltando-se contra ele mesmo, questionando-se porque não conseguiu dizer “não” e marcar seu limite. Por um lado, aquieta-se porque pensa que assim o fez porque é uma pessoa bondosa. Pode ser. Mas, por outro lado, também pode ser que ainda tenha uma criança mimada interna querendo se manifestar. Como é difícil viver, não? E este “não” que incluímos em quase todos os momentos da vida, durante nossas falas? Teria um significado especial? “Não sei não” – poderia lhes dizer. Apelemos ao pai da psicanálise... Freud, em 1925, já se ocupara de estudar o papel do “não” na vida dos sujeitos. O autor trata desta temática em um texto encantador chamado “A Negativa”. Freud está escrevendo sobre o uso do “não” em um discurso, por exemplo – eu quero isto e/ou eu não quero isto – uma frase afirmativa e outra com o uso da negativa. Diz Freud: “Negar algo em um julgamento é, no fundo, dizer: ‘Isso é algo que eu preferiria reprimir’.” Portanto, utilizar a negativa é também uma forma de tomar conhecimento de algo que está recalcado (inconsciente). O “não”, neste caso, é o recurso psíquico que permite que eu possa dizer algo que sem o “não” seria insuportável, ou pelo menos, desconfortável de ser dito. Portanto, cuidado com frases como ‘eu não te amo mais’; ‘eu não tenho medo de nada’; ‘é claro que eu não quero isto’; ‘não sei não’. Frases assim podem significar mais do que aquilo que dizem. Então prestemos atenção. Ouvir não pode ser importante. Dizer não pode ser fundamental. Usar o não pode ser necessário. Mas também, às vezes, parafraseando Lacan, um não é só um não.


(*) MARIA DO ROSÁRIO STOTZ - PROFESSORA, PSICÓLOGA E ARTICULISTA DO JORNAL ON-LINE UNISULHOJE

domingo, 19 de outubro de 2008

Recuperação da auto-estima...

O dom de curar nem sempre está em medicamentos ou em cirurgias. Pode estar, literalmente, nas mãos de um artista, mesmo que esta arte não seja exposta em galerias famosas.

Nesse caso a cura foi a devolução da auto-estima para uma garotinha.

O que é maravilhoso!

Confira as fotos.





























terça-feira, 14 de outubro de 2008

História das coisas - A máquina do consumo...

Publicado dia 30 de julho de 2008 às 12:45

História das Coisas, versão brasileira do documentário The Story of Stuff, de Annie Leonard:

O que é História das Coisas ?

Da extração e produção até a venda, consumo e descarte, todos os produtos em nossa vida afetam comunidades em diversos países, a maior parte delas longe de nossos olhos.

História das Coisas é um documentário de 20 minutos, direto, passo a passo, baseado nos subterrâneos de nossos padrões de consumo.

História das Coisas revela as conexões entre diversos problemas ambientais e sociais, e é um alerta pela urgência em criarmos um mundo mais sustentável e justo.

História das Coisas nos ensina muita coisa, nos faz rir, e pode mudar para sempre a forma como vemos os produtos que consumimos em nossas vidas.

Assista o vídeo em http://videolog.uol.com.br/video.php?id_video=353307

segunda-feira, 13 de outubro de 2008

Serviço Humanitário de Medicamentos - VARIG

Após quase 1 ano de atividades suspensas, o Serviço Humanitário de Transporte de Medicamentos é reativado a partir de uma parceria com a VarigLog, que ficará responsável pelo transporte dos medicamentos.
Este serviço possibilita ao público o acesso à medicamentos de necessidade vitais advindos dos Estados Unidos e Europa, sem custo de transporte e com total controle da operação Fundação Ruben Berta, que assume toda a intermediação de solicitações entre pacientes e distribuidores, desde a encomenda, acompanhamento, retirada e entrega, além do contato com a Vigilância Sanitária e a Receita Federal.

Fundo 157 - Veja se você tem direito?

Basta digitar o seu CPF.

Quem pagou IR (imposto de renda) entre 1967 e 1983, teve a opção de investir parte do valor a recolher no chamado Fundo 157 de várias instituições financeiras.

Há um saldo não reclamado de 500 milhões.

Se for seu caso:
1- Acesse www.cvm.gov.br
2- Role a tela até 'Acesso Rápido'
3- Clique em 'Consulta Fundo 157'
4- Digite seu CPF
5- Veja em que Banco está o seu dinheiro.

Quem tem mais de 40 anos com certeza tem dinheiro retido caso não tenha retirado.

Se não for seu caso, avise a seus parentes e amigos.

domingo, 12 de outubro de 2008

Crise ou pessimismo?

Era uma vez um homem que não assistia TV nem lia jornais.

Um dia, ele decidiu vender cachorro-quente na beira da estrada.

Começou a anunciar seu produto, oferecendo descontos e criando molhos especiais.

O negócio virou um sucesso.

Quando seu filho que estava na universidade lhe telefonou, o homem contou o que estava fazendo.

Assustado, o filho falou: “Mas pai, você está louco?

Você não vê televisão nem lê jornais? Não sabe que o país está em crise?

Como é que você abre um negócio numa época como essa?”

Preocupado, o homem reduziu os pedidos de salsicha e parou de criar seus molhos.

Logo as vendas caíram, e ele pensou: “Pois é, a crise está mesmo séria”.



Moral da história: o tamanho da crise depende do tamanho do pessimismo de cada um.

CRISE. Você prefere com o sem açúcar?

F?NAZCA SAATCHI & SAATCHI – publicado no jornal O GLOBO de domingo, 12/10/2008.

“Nós já enfrentamos e sobrevivemos a muitas crises. Talvez já tenhamos perdido as contas sobre o número e a origem delas. Mas as malditas já nos surpreenderam diversas vezes enquanto assobiávamos distraídos virando algumas dessas esquinas da vida. Algumas, foram provocadas pelo petróleo, outras, pela Rússia ou pela China, a maioria, gerada internamente, já que em matéria de crise, o Brasil, sempre foi auto-suficiente. A tal ponto que, se não chegamos a ser fraternos amigos – nós e a crise- também não podemos negar que tenhamos nos tornado íntimos conhecidos.
Nenhuma crise é igual à outra. Essa que chegou com toda a força, agora, certamente é a mais diferente de todas. Porque o Brasil não tem um pingo de responsabilidade sobre o que está ocorrendo e porque o Brasil está no seu melhor momento economicamente falando. O Brasil nunca esteve tão em dia com as suas obrigações, o dever de casa feito, com um mercado interno tão forte, com empresas tão sólidas, modernas e competitivas e com as suas instituições tão garantidas, para encará-la.
Mas isso não nos exime das conseqüências da crise. Que, por sinal, é também uma das mais potentes e destruidoras das que se tem notícia em quase u século. Ela já está sendo dura e será ainda mais devastadora, não precisamos ser profetas para prevê-lo.
Então o que nos resta fazer?
O óbvio é termos medo, nos enclausurarmos, rezarmos para diferentes deuses, de diferentes religiões, ficarmos imóveis acreditando que qualquer mínimo movimento pode ser fatal para ela nos alcançar e, assim, esperarmos, até que ela passe.
Demitir, cortar investimentos, reduzir a produção, suspender novos projetos, reprimir os movimentos de inovação, não acreditar num retorno inesperado da demanda, também são boas e óbvias idéias. Talvez, algumas tenham mesmo que ser feitas, quem sabe!
Mas também há inóbvio, por mais que, obviamente, a palavra inóbvio não exista. E não existe por quê? Porque ninguém a disse antes, vai saber.
E é aí que reside o intuito deste nosso anúncio: apelar para os que acreditam que o inóbvio existe. Não só existe, como pode ser feito neste exato momento onde o óbvio é o que todos pensam, todos fazem, todos professam e todos aconselham.
O intuito deste anuncio é, humildemente, tentar criar uma minúscula fagulha de otimismo, de esperança – nossa velha, desgastada, mas essas sim, querida amiga em todos os nossos céleres momentos de crise – para que ela se dissemine, se instale na nossa cabeça, nas nossas empresas, na nossa sociedade, mesmo lutando contra este poderoso inimigo, que tão facilmente gosta de se instalar nesses mesmos lugares ao menor sinal de que o pior pode acontecer.
O intuito deste anúncio é despertar o empreendedorismo que sempre caracterizou o empresariado brasileiro,a coragem que sempre foi a marca registrada das nossas empresas, a capacidade inesgotável de reinvenção que sempre foi o norte dos vencedores neste nosso país.
E também é o intuito deste anúncio demonstra que um marketing original é a mais poderosa fonte de energia, capaz de gerar as transformações que uma empresas precisa num momento de crise.
Nós acreditamos piamente nisso.
Esse é o nosso óbvio.
Acreditamos que se esse não é o momento de inovar, que outro será? Acreditamos que se esse não é o momento de ser e parecer diferente dos seus concorrentes, que outro haverá de ser?
Acreditamos que se não for essa a hora de falar, enquanto muitos se calam de medo, que outra hora estará à nossa disposição para fazê-lo?
Uma grande idéia, única, diferente do óbvio, sempre foi e sempre será o detentor mais valioso – e menos oneroso – para se mudar a história, o humor, a fé, a determinação e o otimismo interno de uma empresa.
È isso que nós defendemos para os nossos clientes e que queremos externar para o Brasil inteiro de hoje. Porque tivemos a presunção de que se nós pensamos assim, talvez você, talvez mais gente por aí também pense do mesmo jeito. E nós adoraríamos poder contar com mais gente, mais empresários, mais cidadãos para ajudara contrariar o óbvio, a não aceitar passivamente em todas as suas piores conseqüências o medo, pelo medo.
Crise nós já enfrentamos e, queiramos ou não, ainda enfrentaremos essa um bom tempo e outras por muitas vezes.
O que deve nos mover é a visão de como nós queremos ser percebidos assim que mais uma vez nós sairmos dela.
De pé, ou de cócoras.
Na crise, já disseram muitos, é que se separam os homens dos meninos. Ou seja, crise, pode ser café pequeno para os homens.
Nós gostamos com açúcar.”

sexta-feira, 10 de outubro de 2008

Fábula das ferramentas...

(Mariana Barcelos)
Contam que na carpintaria houve uma vez uma estranha assembléia. Foi uma reuniao de ferramentas para acertar suas diferenças.
Um martelo exerceu a presidência, mas os participantes lhe notificaram que teria que renunciar. A causa?
Fazia demasiado barulho; e além do mais, passava todo o tempo golpeando.
O martelo aceitou sua culpa, mas pediu que também fosse expulso o parafuso, dizendo que ele dava muitas voltas para conseguir algo.
Diante do ataque, o parafuso concordou mas, por sua vez, pediu a expulsao da lixa.
Dizia que ela era muito áspera no tratamento com os demais, entrando sempre em atritos.
A lixa acatou, com a condiçao de que se expulsasse o metro que sempre media os outros segundo a sua medida, como se fora o único perfeito.
Nesse momento entrou o carpinteiro, juntou o material e iniciou o seu trabalho.
Utilizou o martelo, a lixa, o metro e o parafuso.
Finalmente, a rústica madeira se converteu num fino móvel.
Quando a carpintaria ficou novamente só, a assembléia reativou a discussao.
Foi entao que o serrote tomou a palavra e disse: "Senhores, ficou demonstrado que temos defeitos, mas o carpinteiro trabalha com nossas qualidades, com nossos pontos valiosos.
Assim, nao pensemos em nossos pontos fracos, e concentremo-nos em nossos pontos fortes".
A assembléia entendeu que o martelo era forte, o parafuso unia e dava força, a lixa era especial para limar e afinar asperezas, e o metro era preciso e exato.
Sentiram-se entao como uma equipe capaz de produzir móveis de qualidade.
Sentiram alegria pela oportunidade de trabalhar juntos.
Ocorre o mesmo com os seres humanos.
Basta observar e comprovar.
Quando uma pessoa busca defeitos em outra, a situaçao torna-se tensa e negativa; ao contrário, quando se busca com sinceridade os pontos fortes dos outros, florescem as melhores conquistas humanas.
É fácil encontrar defeitos, qualquer um pode fazê-lo. Mas encontrar qualidades... isto é para os sábios!!!!